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Casal suspeito de abuso sexual da filha fica em prisão preventiva

Um casal residente no concelho de Peniche, que foi detido pela Polícia Judiciária por fortes suspeitas de ter abusado sexualmente da filha durante cerca de oito anos, ficou em prisão preventiva, depois de ter sido presente a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Leiria, nesta quarta e quinta-feira.

Um casal residente no concelho de Peniche, que foi detido pela Polícia Judiciária por fortes suspeitas de ter abusado sexualmente da filha durante cerca de oito anos, ficou em prisão preventiva, depois de ter sido presente a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Leiria, nesta quarta e quinta-feira.

Os progenitores, com cerca de 40 anos, foram detidos pelo Departamento de Investigação Criminal de Leiria da Polícia Judiciária, na sequência de mandados de detenção emitidos pelo Departamento de Investigação e Ação Penal das Caldas da Rainha, depois da situação ter sido apurada e comunicada pela escola frequentada pela vítima, agora com 17 anos.

De acordo com a Polícia Judiciária, o casal está “fortemente indiciado pelo crime de violação de criança, de forma continuada, durante aproximadamente oito anos”.

Os abusos terão começado na Holanda, onde viveu com os pais dos cinco aos doze anos. “Os factos ocorreram em contexto familiar, sob pretexto de concorrerem para a formação e preparação da vítima para o seu desenvolvimento sexual futuro, sendo perpetrados pelo pai com a cumplicidade da mãe”, relata a autoridade policial, que logo que entrou em ação possibilitou o afastamento dos suspeitos da adolescente, transferida para uma casa de acolhimento.

Antes mesmo do primeiro interrogatório judicial ao casal, a filha foi ouvida no Tribunal de Leiria para memória futura, evitando que tenha de prestar depoimento na altura do julgamento.

Os detidos, casados há 23 anos, receberam a medida de coação mais gravosa – a prisão preventiva. O homem ficará no estabelecimento Prisional de Leiria e a mulher na cadeia de Tires, aguardando ambos o desenrolar do processo judicial. Incorrem na prática do crime de abuso sexual de menor dependente agravado.

O casal tem outra filha, uma bebé de dois anos e meio, sobre quem não há conhecimento de abusos, mas em relação à qual também foram tomadas de medidas de proteção, sendo institucionalizada.

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