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Jovem barman da Escola de Turismo de Portimão ganhou o V Festival de Cocktails do Oeste

A Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste (EHTO), nas Caldas da Rainha, trouxe de volta o Festival de Cocktails de forma inédita, com o objetivo de dar destaque a futuros profissionais da área, experiência e um papel relevante

A Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste (EHTO), nas Caldas da Rainha, trouxe de volta o Festival de Cocktails de forma inédita, com o objetivo de dar destaque a futuros profissionais da área, experiência e um papel relevante

A quinta edição do Festival decorreu no dia 12 de janeiro e contou com a presença de 25 alunos das escolas de turismo e hotelaria de norte a sul do país, que vieram apresentar o seu conhecimento e a sua técnica na elaboração de cocktails.

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Nuno Pereira, de Portimão, foi o vencedor com o melhor cocktail

A organização foi da turma de Gestão de Restauração e bebidas do 3º semestre com a orientação dos chefes Marisa Rosa e João Dinis.

Os participantes neste certame puderam assistir a diversos workshops e participar no concurso do V Festival de Cocktails do Oeste, que elegeu o melhor cocktail elaborado com produtos regionais, cuja avaliação esteve a cargo de um júri de renome a nível nacional.

Nuno Pereira, de 27 anos, do curso de Gestão Escola de Hotelaria e Turismo de Portimão, foi o vencedor, com o cocktail que chamou “Em busca da Pera Rocha do Oeste”. Ganhou um curso de escanção que poderá fazer numa das escolas da rede.

No final de janeiro termina o seu percurso na escola de Portimão e antes de iniciar no mercado de trabalho vai tirar o curso de escanção que ganhou e que pondera fazer na EHTO. “Quero continuar a investir na minha formação de barman, profissão que quero seguir”, contou ao JORNAL DAS CALDAS.

“Pretendo ganhar prestígio nesta área e ser conhecido pelos meus cocktails inovadores”, disse.

A bebida inspirada nos “Descobrimentos” foi preparada com vinho do Porto, aguardente da Lourinhã, shrub de pera e vinagre de maçã e um xarope de canela. Levou especiarias e flor de sal com Vinho do Porto “para abrir as pupilas gustativas”. “Era um cocktail que puxava todos os sabores, desde o ácido ao amargo e até ao doce”, relatou.

O aluno, que nunca tinha participado em qualquer concurso, confessou que logo que elaborou a sua bebida ficou bastante confiante que poderia ser o vencedor.  

Quem também esteve muito satisfeita com este prémio foi a formadora de restauração e bebidas da Escola de Hotelaria e Turismo de Portimão. “Estou muito feliz com esta conquista do nosso aluno porque é o resultado das nossas aulas de mixologia criativa e técnicas de serviço de bar, onde os alunos têm realmente feito uma evolução muito grande na criação das suas próprias bebidas”, declarou ao JORNAL DAS CALDAS. “O shrub deu a parte ácida ao cocktail e foi criado exclusivamente pelo aluno”, explicou, a formadora, acrescentando que “em todas as aulas de mixologia são desafiados a criar os seus produtos e esta criação acabou por ser uma inspiração quando nos desafiaram para este concurso, em que o aluno quis colocar à prova a sua criatividade e que conseguiu com sucesso”.

Em 2º lugar ficou o aluno Pedro Fernandes e em 3º a jovem Mariana Oliveira, ambos da ESCO – Escola de Serviços e Comércio do Oeste, em Torres Vedras.

“É um dos melhores festivais de bar, que traz sempre muitos participantes”, não tem dúvida em afirmar o diretor da EHTO, estabelecimento de ensino que organizou e acolheu o festival.

Tratou-se de um encontro de alunos com profissionais de referência e patrocinadores do setor, com o único objetivo de “partilha de experiências e de oportunidade de convívio, com o intuito de poderem dar asas à criatividade e desta forma mostrar o que de melhor se vai fazendo nas escolas e nos bares na atualidade”, apontou o responsável.

Para este festival do Oeste os cocktails tinham que ter Maçã de Alcobaça, Pera Rocha do Oeste, Aguardente Doc Lourinhã, Ginja de Óbidos, ou de Alcobaça. “Os cocktails tinham que ter um elemento destes, mas pode haver uma conjugação”, indicou Daniel Pinto, referindo que a forma de trabalhar tem a ver com a “valorização do território e das marcas locais”. “

O responsável realçou as propostas de cocktail apresentadas pelos alunos, pela sua originalidade e sabor. “Muitas das bebidas criadas foram inspiradoras e contaram uma história ou uma narrativa representativa da região”, acrescentou.

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