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Mais 3 mortes na região Oeste associadas à pandemia na última semana

Passada mais uma semana, os dados divulgados até 29 de novembro davam conta que o concelho de Torres Vedras era onde se verificava até agora o maior número de falecimentos, 187 óbitos.

Passada mais uma semana, os dados divulgados até 29 de novembro davam conta que o concelho de Torres Vedras era onde se verificava até agora o maior número de falecimentos, 187 óbitos.

O concelho das Caldas da Rainha era o segundo com mais mortes (144, não atualizou), seguindo-se Alcobaça 83 (não atualizou), Alenquer 82 (manteve), Arruda dos Vinhos 61 (manteve), Peniche 54 (mais 1), Óbidos 49 (manteve), Lourinhã 40 (mais 1), Sobral de Monte Agraço 24 (manteve), Bombarral 23 (manteve), Nazaré 23 (mais 1) e Cadaval 21 (manteve).

No total, foram registados 791 óbitos (mais 3) na região Oeste.

Em relação aos casos ativos na Região Oeste, a soma não se torna possível uma vez que o concelho de Alenquer não divulga e Alcobaça e Arruda dos Vinhos não atualizaram, mas no total dos restantes nove concelhos houve mais 137 casos ativos.

Em Torres Vedras havia 227 casos ativos (mais 99), em Caldas da Rainha 181 casos (mais 29), Peniche 114 (mais 24), Nazaré 56 (menos 36), Lourinhã 48 (sem comparação), Óbidos 45 (mais 12), Sobral de Monte Agraço 19 (mais 11), Bombarral 16 (menos 4) e Cadaval 14 (mais 2).

Não pertencendo à região Oeste, mas por ser um concelho que faz fronteira com o de Caldas da Rainha, eis os dados referentes a Rio Maior: 59 (mais 1) óbitos e 51 (mais 13) casos ativos. No total já houve 3106 (mais 32) infetados e 2996 (mais 18) recuperaram. Havia 32 (mais 13) pessoas em vigilância ativa.

A taxa de incidência a 14 dias por 100 mil habitantes aumentou de 351 para 410 (mais 59) nas Caldas da Rainha, ultrapassando o limite admissível (mais de 240 casos).

Na região estavam acima do limite os concelhos de Nazaré 785 (mais 35), Peniche 464 casos (mais 45), Alcobaça 432 (mais 183), Óbidos 408 (mais 158), Rio Maior 266 (mais 39) e Torres Vedras 241 (mais 126).

Lourinhã apresentava uma taxa de incidência por 100 mil habitantes de 202 (menos 20), Bombarral 197 (menos 24), Alenquer 195 (mais 117), Sobral de Monte Agraço 138 (mais 138), Cadaval 124 (mais 20) e Arruda dos Vinhos 82 (mais 50).

Total de casos confirmados: Torres Vedras – 7722 (mais 166); Alenquer – 5064 (mais 75); Lourinhã – 2056 (sem comparação); Peniche – 2688 (mais 67), Nazaré – 1365 (mais 45); Sobral de Monte Agraço – 1229 (mais 12); Cadaval – 847 (mais 18); Óbidos – 859 (mais 28); Bombarral – 817 (mais 9); Caldas da Rainha, Alcobaça e Arruda dos Vinhos não divulgaram.

Total de casos recuperados: Torres Vedras – 7308 (mais 67); Peniche – 2520 (mais 42); Lourinhã 1968 (sem comparação), Nazaré – 1286 (mais 80); Sobral de Monte Agraço – 1186 (mais 1); Cadaval – 812 (mais 16); Bombarral – 817 (mais 52); Óbidos – 765 (mais 16). Caldas da Rainha, Alcobaça, Arruda dos Vinhos e Alenquer não divulgaram.

Ao nível das freguesias, no concelho de Peniche existiam 53 casos (mais 22) na cidade, 51 (menos 1) em Atouguia da Baleia, 9 (mais 2) em Ferrel e 1 em Serra D’El-Rei (mais 1). Em quarentena/sob vigilância estavam 765 (mais 112) pessoas.

A distribuição de casos ativos pelas freguesias da Nazaré registava 43 na vila (menos 25), 10 (menos 7) em Valado dos Frades e 3 (menos 4) em Famalicão.

A distribuição de casos ativos pelas freguesias de Torres Vedras fazia-se da seguinte forma: Santa Maria, São Pedro e Matacães: 95 (mais 37); União das Freguesias de A-dos-Cunhados e Maceira: 47 (mais 27); Silveira: 18 (mais 7); União das Freguesias de Carvoeira e Carmões: 16 (mais 14); Ventosa: 15 (mais 6); São Pedro da Cadeira: 10 (mais 7); Ramalhal: 8 (mais 1), Freiria: 6 (mais 4); União das Freguesias de Campelos e Outeiro da Cabeça: 5 (mais 1); Ponte do Rol: 3 (mais 1), Turcifal: 3 (menos 5) e União das Freguesias de Maxial e Monte Redondo: 1 (menos 1).

Em Torres Vedras existiam 530 (mais 230) contactos sob vigilância ativa das autoridades de saúde.

Em Sobral de Monte Agraço havia 20 (mais 10) pessoas em vigilância ativa (efetuada pela autoridade de saúde, com confinamento obrigatório), 16 (mais 5) pessoas em vigilância sobreativa (efetuada pelos médicos de medicina geral e familiar), 133 (mais 113) pessoas em vigilância passiva e 36 pessoas (mais 15) em isolamento.

Casos em instituições

O Agrupamento de Escolas Raul Proença, nas Caldas da Rainha, divulgou no dia 30 que havia seis turmas em isolamento profilático (quatro na Escola Secundária Raul Proença, uma na Escola Básica do Bairro da Ponte e outra na Escola Básica de Santo Onofre), com alunos desde o 2º ao 12º ano. Estavam infetados oito alunos, dois docentes e um não docente, neste caso do jardim de infância de Santo Onofre.

No Agrupamento de Escolas D. João II das Caldas da Rainha também houve uma série de salas de jardins de infância em isolamento profilático e houve mesmo estabelecimentos de ensino fechados.

No Agrupamento de Escolas de São Martinho do Porto há uma turma em isolamento profilático em Alfeizerão.

O concelho de Torres Vedras tem um novo surto composto por casos de Covid-19 associado a trabalhadores da Câmara e dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Torres Vedras. Apresenta atualmente 27 casos ativos, registando um caso recuperado.

Novas medidas até janeiro

O Conselho de Ministros aprovou a resolução que declara a situação de calamidade em todo o território nacional continental desde as zero horas de 1 de dezembro.

Entre as alterações face ao regime atual, estabelece-se a obrigatoriedade de apresentação de certificado digital Covid-19 no acesso a estabelecimentos turísticos e de alojamento local, estabelecimentos de restauração e similares (não aplicável relativamente à permanência em esplanadas abertas), eventos com lugares marcados e ginásios.

Determina-se a obrigatoriedade de apresentação de teste negativo (mesmo para vacinados) no acessoa visitas a estruturas residenciais (para idosos, unidades de cuidados continuados integrados da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados e outras estruturas e respostas residenciais dedicadas a crianças, jovens e pessoas com deficiência), visitas a utentes internados em estabelecimentos de prestação de cuidados de saúde, eventos de grande dimensão sem lugares marcados ou recintos improvisados e recintos desportivos, bares e discotecas.

Introduz-se um conjunto de medidas especiais em matéria de testagem para efeitos de viagens e passa a ser obrigatório o uso de máscara em espaços, equipamentos e estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, independentemente da respetiva área, edifícios públicos ou de uso público onde se prestem serviços ou ocorram atos que envolvam público, estádios e edifícios em que se localizem as portas de entrada ou os cais de embarque, acesso ou saída no âmbito da utilização de transportes coletivos de passageiros e transporte aéreo.

Para prevenir surtos decorrentes de festas familiares, natalícias e de final de ano, são suspensas as atividades letivas, não letivas e formativas em regime presencial em estabelecimentos de ensino e em equipamentos sociais entre 2 e 9 de janeiro, que serão compensadas com cinco dias de aulas nas interrupções letivas do carnaval e da páscoa.

Paralelamente, volta a assegurar-se escolas de acolhimento para filhos ou outros dependentes a cargo de trabalhadores mobilizados para o serviço ou em prontidão e replica-se o anterior regime de justificação de faltas, associado ao apoio a filho ou outro dependente a cargo menor de doze anos decorrentes de suspensão das atividades letivas e não letivas presenciais fora dos períodos de interrupção letiva, salvaguardando-se o apoio alimentar aos alunos que necessitem.

Foi também determinado o encerramento de discotecas e bares entre os dias 2 e 9 de janeiro.

Existe ainda a recomendação de teletrabalho sempre que as funções em causa o permitam.

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