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Mulher morreu em incêndio na casa onde vivia

Uma mulher de 30 anos morreu carbonizada na sequência de um incêndio na tarde do passado sábado nas Caldas da Rainha. O fogo aconteceu na casa onde vivia, tendo o filho, de 4 anos, e o companheiro, de 32 anos, escapado às chamas.

Uma mulher de 30 anos morreu carbonizada na sequência de um incêndio na tarde do passado sábado nas Caldas da Rainha. O fogo aconteceu na casa onde vivia, tendo o filho, de 4 anos, e o companheiro, de 32 anos, escapado às chamas.

O incêndio verificou-se numa habitação na estrada entre Espinheira e Salir do Porto, na União de Freguesias de Tornada e Salir do Porto, nas Caldas da Rainha, cerca das quatro da tarde.

Os bombeiros, com 27 operacionais e uma dezena de viaturas, encontraram a vítima morta.

“De imediato começámos a proceder a manobras de busca e salvamento e outra equipa ao combate às chamas, e a vítima mortal estava no chão do quarto, junto ao colchão da cama”, relatou ao JORNAL DAS CALDAS o comandante dos bombeiros das Caldas da Rainha, Nelson Cruz.

Cristiana Ribeiro, natural das Caldas da Rainha e empregada de mesa/balcão, teria saído da casa com o filho e o companheiro quando se aperceberam das chamas, mas ela regressou à residência e não mais voltou. Poderá ter sido atingida por destroços do telhado que abateu. O óbito foi confirmado pela equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação das Caldas da Rainha.

Os familiares foram transportados ao hospital por precaução. Não sofreram queimaduras nem inalação de fumo, mas estavam em choque, e receberam também apoio psicológico de uma equipa do INEM.

Os sogros da vítima, proprietários da casa e que ali também viviam, não se encontravam na altura no local.

Quanto ao fogo, foi rapidamente extinto. “Tivemos um combate musculado e uma intervenção até fácil, só que a casa estava toda tomada pelas chamas, o teto abateu e foi uma destruição quase total”, indicou o comandante dos bombeiros.

As causas do incêndio vão ser apuradas pela investigação da Polícia Judiciária, que recolheu vestígios.

O contingente de meios deslocados para este incêndio incluiu militares da GNR das Caldas da Rainha e no local também estiveram o presidente da Câmara e o presidente da União de Freguesias de Tornada e Salir do Porto, que constataram não haver necessidade de realojamento dos moradores na casa, por serem acolhidos por familiares.

Segundo a associação Ajudouro, a vítima, o filho e o companheiro estavam prestes a mudar-se para uma casa própria, o que a tragédia impediu. Estão a ser angariados donativos para a aquisição de alguns equipamentos para essa habitação, como um fogão e uma televisão (as ajudas podem ser comunicadas para o telemóvel 911044140). Contudo, também é necessário roupa e calçado (mais informações no grupo do Facebook Dou-te se vieres buscar Caldas da Rainha).

A registar ainda nesta ocorrência uma colisão entre uma ambulância dos bombeiros mobilizada para as operações de socorro, e um veículo ligeiro, sem feridos, mas com alguns danos materiais. O acidente verificou-se na Estrada Atlântica, depois do miradouro e perto da Boavista, onde as primeiras informações chegadas ao quartel davam conta de que seria o incêndio.

A ambulância, que tem como patrono a cantora caldense Rebeca, em retribuição pela sua colaboração com a associação humanitária em várias iniciativas, tinha sido apresentada em setembro do ano passado na cerimónia de comemoração do 128º aniversário dos bombeiros, tendo custado 63.600 euros, suportados pela Câmara e pela corporação. Sofreu uma amolgadela mas pode circular.

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