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OesteCim pretende aumentar a oferta formativa da região

A OesteCim - Comunidade Intermunicipal do Oeste, em parceria com a Universidade de Coimbra (UC), vai realizar um levantamento das necessidades formativas na região, ao abrigo do protocolo de colaboração assinado na passada quinta-feira, tendo como objetivo “a definição de novos cursos adaptados às necessidades dos territórios” e aumentar as competências de jovens e adultos.

A OesteCim – Comunidade Intermunicipal do Oeste, em parceria com a Universidade de Coimbra (UC), vai realizar um levantamento das necessidades formativas na região, ao abrigo do protocolo de colaboração assinado na passada quinta-feira, tendo como objetivo “a definição de novos cursos adaptados às necessidades dos territórios” e aumentar as competências de jovens e adultos.

Esta parceria institucional, que terá a duração de um ano, tem como objetivo “preparar o futuro”, através do desenvolvimento de atividades e projetos conjuntos, no âmbito de uma candidatura proposta pelo consórcio que integra, a par da UC, como instituição de ensino líder, os institutos politécnicos de Viseu e da Guarda, a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra e a Universidade dos Açores, ao Programa de Recuperação e Resiliência (PRR). Essa candidatura viu aprovados os programas Impulso Jovens e Impulso Adulto, destinados a promover e apoiar iniciativas para aumentar as competências das populações, mas também “potenciar e incrementar o número de jovens a frequentar o ensino superior”, explicou a vice reitora da UC, Cristina Albuquerque, durante a cerimónia de assinatura do protocolo.
O “Living the Future Academy”, que conta com um financiamento de 16,5 milhões de euros, será direcionado aos “estudantes já integrados no ensino superior, mas também estudantes do ensino profissional, estimulando-os a dar continuidade aos estudos, e ainda estudantes do ensino pré-universitário do ensino secundário”. Além disso vai permitir aos 73 municípios da região centro agregar o que já têm mas também potenciar um conjunto de áreas de formação, que são “absolutamente essenciais”.
O projeto prevê assim o desenvolvimento de iniciativas estratégicas e a criação de oito academias temáticas, com “novos cursos adaptados às necessidades dos territórios”, explicou Cristina Albuquerque, reforçando a “vontade do consórcio em ajudar os territórios identificar áreas que ainda não estão previstas no projeto”.
No que diz respeito ao “Incentivo Adultos”, o projeto pretende “reforçar e diversificar a formação pós secundária”, garantindo a reconversão e atualização de competências através de “soluções flexíveis, de qualidade e capazes de dar resposta à transformação dos mercados de trabalho e aos novos requisitos da empregabilidade”. Nesse sentido vai disponibilizar cursos nas áreas do software e economia, saúde, formação de professores, sustentabilidade e economia social. Contudo, estas áreas poderão ser alargadas “com propostas dos municípios e entidades da região, de acordo com as suas características e as necessidades identificadas”, indicou a vice-reitora, dando o exemplo do Centro de Estudos de Alcobaça, onde já existe uma proposta para um curso em “Patrimónios Alimentares”.
“A ideia é ter em cada território um conjunto de cursos e iniciativas que devem responder às especificidades dos mesmos”, afirmou a vice-reitora, afirmando que a parceria com a OesteCim será “muito importante para aprofundar o projeto com toda a região”.
Ao nível dos jovens, o “Living the Future Academy” vai criar quatro academias voltadas para as áreas das ciências, tecnologia, engenharias, artes e matemática, que irão ministrar cursos que contribuam para “preparar a transição dos jovens para o ensino superior de uma forma mais fluida e de forma que possam fazer escolhas mais informadas”, referiu o reitor da UC, Amílcar Ferreira, esclarecendo que “estamos neste projeto por causa do território, e não pela universidade”.
Na região Oeste, o projeto vai começar por fazer “um diagnóstico das necessidades formativas, que deverá estar concluído em setembro ou outubro”, revelou o secretário executivo da OesteCim, Paulo Simões, adiantando que desse levantamento sairá “a definição dos cursos que funcionarão na Academia Oeste”, que já estava a ser criada na sede da OesteCim e que, no âmbito do protocolo, será um dos locais onde poderão ser ministrados cursos e formações que venham a ser identificados como adequados à região.
Para Paulo Simões, o protocolo entre as duas entidades, ou seja, a academia do Oeste, “é um recurso para continuar no futuro”. Já o presidente da OesteCim, Pedro Folgado, frisou que “todos os desafios que forem bons para a nossa região serão sempre bem-vindos”.

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