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Raul Proença com projeto para promover a inclusão de todos os alunos

No próximo ano letivo a maior novidade para o Agrupamento Escolas Raul Proença (AERP) poderá ser o voltar ao anterior “normal”, com consciência de que “nunca mais voltará a ser igual”. “A sociedade evolui e a escola não é alheia a esta mudança”, disse ao JORNAL DAS CALDAS o diretor, João Bernardes Silva.

“A acreditação, para o período de 1 de março de 2021 a 31 de dezembro de 2027, no âmbito da Ação Chave (KA1) do Programa Erasmus+ para a mobilidade de docentes e não docentes para fins de aprendizagem será determinante para um novo recomeço”, afirmou o responsável pelo agrupamento.

Neste projeto a escola tem uma parceria com o Centro de Formação de Associação de Escolas Centro-Oeste e o objetivo é “promover a inclusão de todos os alunos e a interculturalidade”.

Segundo o diretor, o intercâmbio com “profissionais e alunos de outros países é fundamental para o crescimento do agrupamento nesta era da globalização”.

Haverá um crescimento do número de projetos no âmbito do “etwinning”, que é a maior comunidade de escolas da Europa.

A requalificação dos campos de jogos exteriores da Escola Secundária Raul Proença será uma realidade no final deste ano civil. Também deverão iniciar-se as obras de requalificação da Escola Básica do Bairro da Ponte.

João Bernardes Silva revelou ainda que os projetos de tutoria e mentoria continuarão a ser uma aposta forte no AERP. Têm como missão promover a integração e o sucesso académico dos estudantes, nomeadamente na transição do ensino secundário para o ensino superior. Assim, “iremos trabalhar para que o AERP continue a ser uma referência ao nível do ensino/educação nos contextos local, regional e nacional”.

“Juntos Conseguimos…Dias Diferentes”

Face às condições difíceis que foi necessário contornar devido à Covid-19, o balanço da atividade deste agrupamento é “positivo”. No entanto, o diretor salientou que a pandemia privou a escola de muitas atividades que lhe “dão cor, criam empatia, aproximam, apaixonam e fazem sonhar”.

Com o intuito de promover um pouco da “magia que se perdeu”, entre 12 e 14 de maio os professores levaram a cabo atividades com os seus alunos que “quebraram a rotina das aulas”.

O que se pretendeu foram “momentos de descontração, convívio e de empatia entre alunos e entre alunos e professores”. “As aprendizagens não se fazem só de conteúdos, metas e aprendizagens essenciais”, afirmou João Bernardes Silva.

Uma das atividades proporcionadas foi uma ida à praia de São Martinho do Porto. A maioria dos estudantes foi de comboio.

Para Rafael Dias (16 anos), do décimo ano do curso de Ciências Socioeconómicas, foi “uma iniciativa muito esperada porque há cerca de dois anos que não tínhamos uma visita de estudo ou uma atividade em grupo”. “Apesar de termos que usar máscara foi como se voltássemos ao normal só por umas horas com os amigos num ambiente descontraído, foi fabuloso”, salientou o aluno.

Francisca Henriques (14 anos), do nono ano, também adorou a ida à praia. “É muito bom mudar a rotina da escola e conviver com os amigos à vontade”, recordando alguns tempos difíceis de isolamento onde o único contacto que tinha com a escola e com as amigas era online.

A professora de educação física, Sandra Amaral, que acompanhou uma turma à praia, revelou que tiveram que dividir as turmas pelos três dias para não haver tanto ajuntamento. “Na escola não tem sido fácil para eles devido às regras e aqui na praia ao ar livre, subiram à duna de Salir do Porto, jogaram à bola e até nadaram na baía”, descreveu a docente.

À descoberta da Mata Rainha Dª Leonor e Parque D. Carlos I, cabaz solidário AERP, caminhadas, cinema, debate das propostas do orçamento participativo das Escolas, flashmob (música e dança), Rota Bordaliana, ida à Foz do Arelho, jogos tradicionais, laboratório aberto, visita ao Paul de Tornada, entre outras, foram as atividades desenvolvidas.

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