emissão em direto

próximo programa

Ver programação completa

Novo hotel de cinco estrelas no verão de 2023

A transformação dos Pavilhões do Parque, nas Caldas da Rainha, num hotel de cinco estrelas deverá ficar concluída no verão de 2023, estimou a autarquia, que aprovou o projeto do Montebelo Bordallo Pinheiro, que representa um investimento de 15 milhões de euros.

“O projeto foi aprovado na generalidade ejá tem quase todos os pareceres favoráveis, o que permite estimar que, dentro de um mês, sensivelmente, a empresa possa levantar a licença de construção”, disse à agência Lusa o presidente da Câmara, Tinta Ferreira.

A reabilitação dos Pavilhões do Parque das Caldas da Rainha, aprovada por unanimidade, prevê a construção de um hotel com mais de uma centena de quartos,nos edifícios centenários concessionados pela autarquia ao Grupo Visabeira.

O hotel ocupará uma área de 15.500 metros quadrados econtemplará uma ligação entre o Céu de Vidro e a antiga Casa da Cultura, bem como aconstrução de um edifício multiusos no local ondeem tempos existiu uma sala de cinema (Salão Ibéria).

O contrato de concessãodeterminava que o projeto teria que ter a aprovação da Direção-Geral do Património Cultural, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo e do Turismo de Portugal, entre outras entidades chamadas a pronunciar-se na sequência da aprovação prévia votada pelo executivo em novembro de 2019.

“Falta apenas o parecer da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, mas todo o projeto foi feito com base nos requisitos de segurança discutidos em várias reuniões prévias, pelo que se espera quenão venham a existir dificuldades na sua obtenção”, afirmouo autarca.

A confirmar-se o prazo de cerca de um mês para a atribuição da licença, “a obra poderá arrancar ainda este verão e ficar concluídano prazo de dois anos”, estima Tinta Ferreira.

“O projeto foi aprovado na generalidade ejá tem quase todos os pareceres favoráveis, o que permite estimar que, dentro de um mês, sensivelmente, a empresa possa levantar a licença de construção”, disse à agência Lusa o presidente da Câmara, Tinta Ferreira.

A reabilitação dos Pavilhões do Parque das Caldas da Rainha, aprovada por unanimidade, prevê a construção de um hotel com mais de uma centena de quartos,nos edifícios centenários concessionados pela autarquia ao Grupo Visabeira.

O hotel ocupará uma área de 15.500 metros quadrados econtemplará uma ligação entre o Céu de Vidro e a antiga Casa da Cultura, bem como aconstrução de um edifício multiusos no local ondeem tempos existiu uma sala de cinema (Salão Ibéria).

O contrato de concessãodeterminava que o projeto teria que ter a aprovação da Direção-Geral do Património Cultural, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo e do Turismo de Portugal, entre outras entidades chamadas a pronunciar-se na sequência da aprovação prévia votada pelo executivo em novembro de 2019.

“Falta apenas o parecer da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, mas todo o projeto foi feito com base nos requisitos de segurança discutidos em várias reuniões prévias, pelo que se espera quenão venham a existir dificuldades na sua obtenção”, afirmouo autarca.

A confirmar-se o prazo de cerca de um mês para a atribuição da licença, “a obra poderá arrancar ainda este verão e ficar concluídano prazo de dois anos”, estima Tinta Ferreira.

Últimas Notícias

Equipa do Acrotramp vence Scalabis Cup

Decorreu nos dias 8, 9 e 10 de julho, a Scalabis Cup, competição Internacional de ginástica, no Pavilhão Desportivo Municipal de Santarém, reunindo cerca de 500 ginastas em representação de vários países. O Acrotramp Clube de Caldas esteve representado nesta competição com seis ginastas seniores de 1ª divisão e elite (três em duplo minitrampolim e três em tumbling).

Caldas da Rainha esteve em alerta mas DGS corrigiu números

A Direção-Geral da Saúde procedeu na passada segunda-feira a uma correção da incidência cumulativa a 14 dias por 100 mil habitantes nas Caldas da Rainha, para o período de 24 de junho a 7 de julho, o que retirou o concelho do estado de alerta em que havia sido colocado indevidamente por resolução do Conselho de Ministros na quinta-feira anterior.